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Descrição da Solaris Autoconhecimento

Filosofia da Solaris Autoconhecimento

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A Solaris Autoconhecimento foi criada como um sistema de apoio ao desenvolvimento pessoal de forma holística,integrando saúde mental, emocional, física, profissional e social, abordando temas de auto-ajuda e terapias complementares sempre com base em estudos profissionais e pesquisas empíricas. É uma forma de assistência que une blog, instagram e facebook para alcançar o maior número de pessoas e atingir seu objetivo principal que é auxiliar o leitor a lidar com seus maiores entraves para atingir uma vida plena, explorando todo seu potencial. A Solaris acredita que o conhecimento - em especial o autoconhecimento - é a chave para alcançar seus objetivos a médio e longo prazo. Nada acontece da noite para o dia, tudo necessita de dedicação, mas a partir do momento que você decide que pode ser uma pessoa de sucesso, saiba que este é o primeiro passo de uma longa e prazerosa caminhada. Conte conosco! Sobre a idealizadora da Solaris Autoconhecimento: Gisele Al

Compreendendo o próprio valor

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Recomeços

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  Todos nós temos fases de altos e baixos na vida. A maior parte delas começa ainda na juventude.    Qualquer pessoa que vivencie algum sofrimento, como uma demissão, um fim de namoro, um luto ou um divórcio (que por alguns é equiparado ao luto) passa por uma inevitável fase de tristeza, de desmotivação, às vezes até de desespero.   A única certeza é que não há na vida estabilidade tal que nunca se experimente uma perda ou uma contrariedade.    O equilíbrio está em conseguir lembrar-se nessas ocasiões de que essas fases passam. Ser racional num momento em que tendemos naturalmente a ser passionais não é uma questão de frieza. É bom senso, resultado de experiência adquirida com muitos anos de vida nos mostrando que quem age por impulso tem uma probabilidade muito maior de arrepender-se. Deite a cabeça no travesseiro ao final do dia e sinta a satisfação de ter sido maduro o suficiente para controlar seus ímpetos e assim poder planejar os próximos passos, a volta por cima, o reequilíbrio.

Coisas que o tempo ensina

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   Quando jovens temos uma noção do tempo bem diferente de quando nos tornamos adultos.    A nossa visão limitada nos faz pensar que teremos tempo para tudo, tempo para errar e consertar os erros; tempo para tomar uma decisão errada e voltar atrás; tempo para negligenciar os estudos e estudar depois; tempo para ignorar a espiritualidade e resolver isso depois; tempo para ignorar a família e deixar para depois... parece que ela sempre estará lá para nós, parece que teremos tempo para consertar tudo de errado que fizermos.     Ah... como seria bom se a vida realmente fosse assim.    Imagine que maravilha reconhecer todos os nossos erros antes de chegar aos 40, 50 anos e ter condições de corrigir todas escolhas erradas, valorizar e compensar tudo e todos que negligenciamos enquanto jovens, desfazer todo mal que porventura fizemos antes de começar a colher as consequências da lei do retorno?    Só que infelizmente o relógio da vida não funciona dessa forma. De uma hora para outra a vida co

Superando mágoas

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Como lidar com a dor que a mágoa deixa?   Você pode dedicar atenção e cuidados a alguém, afeto, um ouvido amigo para desabafo e até mesmo sutilezas como preocupar-se se a pessoa comeu, se o cobertor é suficiente para aquecer, se uma luz acesa durante a madrugada pode incomodar... Enfim, muitas destas coisas passam despercebidas por quem recebe, mas não por quem oferece.    Isso é cuidar no sentido mais sutil e puro possível. É querer o bem-estar do outro.    Quando você sente afeto por alguém, tudo isso é feito instintivamente. Você não pensa: "tenho que agir assim" ou "isso é o que esperam de mim." É natural. Nada é feito visando retorno, especialmente quando é feito para alguém que não tem nada a te oferecer em troca. Esse é o amor, o afeto, gratuito... No entanto, mesmo sem aguardar nenhum benefício, também não esperamos a ingratidão, o egoísmo e a maledicência.    Querendo ou não, a maior parte das pessoas espera o melhor do próximo. Não um

Individualidade e autopreservação

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  Como você se sente quando é criticado por uma escolha sua?  Ou quando suas decisões vão na contra-mão do que esperam de você? Você acha confortável estar nesta situação? Você acha agradável pessoas darem palpites na sua vida com base no que elas acreditam ser melhor?    A menos que estejamos falando dos seus pais e você seja menor de idade, não há o menor sentido em permitir que alguém queira te influenciar nas suas decisões. Cada um tem as suas experiências pessoais que forjaram sua visão de mundo. Muitos grupos que se formam com base em amizades comuns ou religiões costumam ter uma mentalidade quase orgânica.             Sabemos que algumas atitudes são socialmente esperadas, como o ato de cumprimentar pessoas, usar talheres para se alimentar, ceder seu lugar no transporte à pessoas com necessidades especiais etc., mas o limite é esse. Como indivíduos temos direito às nossas escolhas, as quais nem sempre vão estar de acordo com a maioria. Posso ser uma exceção ao gostar de

Perdas, inveja e aceitação

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 Quantas perdas uma pessoa pode acumular ao longo de uma vida?  Desde o nascimento perdemos o aconchego e a proteção do útero materno para sermos lançados em um mundo iluminado, barulhento, cheio de pessoas ao nosso redor que, apesar de estarem lá para cuidar de nosso bem-estar até então não temos esse conhecimento. E daí em diante, apesar de adquirirmos algum conforto e afeto, passamos a experienciar diversos tipos de frustração e perdas.   Na primeira infância, na adolescência, na vida adulta e por fim na velhice. Perdas são fatos naturais (que nos acompanham desde o nascimento) e as pessoas que não aprendem a lidar com isso são as que mais sofrem na vida.  Esforçar-se para evitar perdas faz parte do instinto humano, mas aprender a aceitar as situações que não dependem de você é uma questão de inteligência emocional.   Uma pessoa que sabe aceitar o que não pode mudar é uma pessoa resiliente, uma pessoa que de forma sagaz busca alternativas para superar ou lidar com as ev

Megalomania

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Megalomania  Todos nós conhecemos pessoas que parecem fazer da vida uma competição de quem trabalha mais, quem estuda mais, quem tem os maiores problemas e até quem sofre mais.  Para essas pessoas, basta você dizer que está com um resfriado para logo ouvir um "ih, minha filha, e eu então? Estou com uma gripe fortíssima!" Ou você diz que vai fazer hora extra e a pessoa em seguida diz "eu é que sei, estou atarefadíssima, meu chefe está de licença e ninguém sabe fazer nada lá, sobra tudo para mim." Lembrou de alguém? Tenho certeza que você já passou por isso. Infelizmente estamos rodeados de pessoas assim. Algumas parecem ter a necessidade patológica de mostrar que tudo em sua vida é maior ou mais importante do que os acontecimentos da vida dos outros. E não é só para se exibir contando vantagens em relação a coisas positivas. Essas pessoas querem competir até com o sofrimento. Quando você conta um problema pelo qual está passando, logo o vê ser min

Formando suas próprias opiniões

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Alguém faz a sua cabeça? Levando em consideração que somos racionais, logicamente pensamos sobre uma diversa gama de assuntos. De acordo com nossas expectativas, experiências de vida, criação, escolaridade, orientação religiosa e outros fatores, formamos opiniões que podemos ou não mudar durante o curso de nossas vidas. Mudar de opinião é um sinal de inteligência, já que só muda o pensamento quem tem o hábito de observar e refletir. No entanto, será que cabe a nós a tarefa de julgar a forma como os outros pensam, sendo que tivemos experiências e educação diversas?  Quanto mais observo o comportamento humano noto uma necessidade quase patológica em alguns sujeitos de serem os "detentores da verdade absoluta". Sujeitos esses que não admitem que pessoas possam pensar de forma diferente e ainda assim estarem certas sob outra perspectiva.  Cada um enxerga a vida de modo peculiar, com base em suas vivências e constrói suas opiniões de acordo com elas. Quando descon

Inteligências

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Inteligências: é melhor ter razão ou ter paz Na vida passamos por diversas fases. Em algumas delas parecemos ter mais força para enfrentar os desafios impostos, mais energia ou simplesmente mais motivação, mas também passamos por épocas em que somos marcados por um desalento e uma falta de perspectiva tão intensos que beiram um vazio existencial. No entanto, ainda assim é provável que você tenha motivos para seguir em frente, você talvez só não os esteja identificando no momento.  Nessas circunstâncias a capacidade de raciocínio fica comprometida, tendemos a enxergar tudo de forma negativa e muitas vezes interpretamos errado uma fala de alguém que na verdade só estava tentando ajudar. Tudo fica muito pessoal nesses momentos porque estamos muito passionais. Nossa tendência é ouvir, magoar-nos com o que achamos que foi dito e nos calar. Ou o oposto, explodir ao menor sinal de contrariedade.  Obviamente que a intenção aqui não é pedir a pronta aplicação do bom senso a quem

Setembro amarelo: evitando o suicídio

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Antes que setembro termine...  Vamos falar sobre suicídio. Ninguém quer tocar neste assunto, menos ainda pensar que um familiar, amigo ou uma pessoa querida possa estar vivendo uma luta interna tentando não cometer este ato de desespero. No entanto, ignorar o assunto não evitará que a pessoa em questão se suicide. Você pode achar que falar não ajuda, mas não falar ajuda menos ainda.  Quando alguém apresentar ideação suicida e você perceber ou se te procurarem para desabafar, a única atitude esperada da sua parte é  que ouça com compaixão. Fora isso, o único conselho válido nesse momento é auxiliar a pessoa a procurar ajuda psiquiátrica e psicológica.  Caso você que está lendo este texto seja a pessoa que tem dificuldade de tirar da cabeça a ideia de cometer suicídio, pense sempre em pequena escala. Não um dia de cada vez, mas uma atitude a cada vez. Proponha a si mesmo realizar alguma coisa sempre que a nuvem negra voltar a te assombrar.  Quando me proponho pequenos d

Impermanência

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A impermanência é uma das poucas coisas que podemos ter certeza na vida. Hoje pensamos de uma forma, amanhã de outra. E isso é muito saudável. Trata-se da capacidade de reflexão.  Uma pessoa que diz "eu sou assim e não mudo" não é uma pessoa coerente apesar de provavelmente pensar que se trata disso. Essa é uma pessoa inflexível.  Dizem os orientais, sabiamente, que a árvore mais resistente é justamente o bambu, porque apesar da frágil aparência ele é flexível e diante das pressões da natureza ele se curva, mas não se quebra. Baseado nessa lição oriental é razoável crer que a capacidade de autoanálise com o objetivo de rever certos conceitos e atitudes é um indicativo de inteligência. Ser capaz de aplicar a crítica que dirige aos outros a si mesmo e num exercício de flexibilidade perceber que mudar às vezes pode trazer benefícios a si próprio faz de você uma pessoa equilibrada, analítica e com bom senso.  Para uma grande parte das pessoas mudanças são

Controle da Raiva

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Em primeiro lugar é preciso compreender que a sua raiva não atinge ninguém além de você mesmo. "A raiva e o ódio são emoções autodestrutivas. Uma pessoa pode sentir raiva e ódio como uma reação de irritação ou fúria causada pela indignação de sentir seus direitos violados. Todos nós nos indignamos em alguma ocasião porque aconteceu algo injusto em nosso entorno (um político que tenha agido de forma fraudulenta, uma mulher que tenha sido abusada) e essa indignação diante de uma injustiça é digna de respeito. De acordo com Raymon Novaco, especialista em psicologia da raiva,essa é uma emoção que tem uma importante função comunicativa que nos permite expressar nossas emoções negativas, mas muitas vezes se confunde com a agressividade, que é um comportamento. A fronteira entre elas é, por vezes, complicada. Novaco argumenta que existem quatro tipos essenciais de provocação que podem ser a causa da nossa indignação: A frustração ou incapacidade de satisfazer uma nece

Educação não se dá por osmose

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Talvez você não tenha compreendido bem a relação entre o título e a ilustração, mas até o fim do texto você compreenderá.  Estava pensando aqui nos casos que conheço de pessoas que se envolveram afetivamente com pessoas difíceis, de gênio ruim (como se costuma dizer), agressivas, grosseiras, com limitações culturais etc.  Em muitos casos o envolvimento nem é proposital, pode-se ver filhos assim ainda que a família seja sensível, dedicada, justa e culta.  Fico imaginando o que será que transforma algumas pessoas em seres tão intratáveis, por vezes, arrogantes em tamanha ignorância que nem se dão conta do quão marcante é, ainda que muitas vezes tentem camuflar com um verniz que só engana aqueles com uma percepção muito rasa do ser humano. Quantas pessoas conhecemos que se consideram cultas, mas basta uma rápida avaliada nos gostos e preferências para revelar o quão ignorante essa pessoa é? Conseguimos perceber as limitações de sua formação ética, moral e cultural.

Depressão

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É comum ver a doença depressão relacionada com tristeza. Alguns artigos sobre o tema reforçam essa ideia quando mostram imagens de pessoas chorando. Só que na realidade as pessoas deprimidas nem sempre estão tristes, muitas vezes conseguem ser sociáveis e produtivas. O que costuma machucar mais é o sentimento de vazio, de falta de sentido na vida, nos relacionamentos, nos afazeres cotidianos... O fato de uma pessoa conseguir conversar, trabalhar, sair de casa e até sorrir não quer dizer que ela não tenha a doença depressão. Nem todos manifestam os mesmos sintomas e nem todos apresentam a doença com a mesma gravidade. Então não julgue alguém com base no que parece. Boa parte dos depressivos faz de tudo para esconder seu sofrimento e, nesse caso, a depressão não será perceptível para alguém que não seja profissional. Na dúvida, não julgue. Respeite. Ter depressão é, entre outras coisas, fugir dos próprios pensamentos. Tentar não ouvir as frases que se formam na sua

Coragem

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Por vezes nos vemos em situações muito delicadas em que nós mesmos nos colocamos. Possivelmente, tempos atrás nos pareceu a melhor decisão a tomar. No entanto, com o passar do tempo, acabou ficando claro que cometemos um engano.  Percebemos um impasse: conviver com a atual situação que escolhemos ainda que esteja se mostrando desagradável ou insatisfatória porque não queremos dar o braço a torcer e admitir que fizemos uma escolha errada, por medo de fazer outra escolha e ser ainda pior? Ou encontrar a mesma coragem que nos motivou tempos atrás a dar um passo diferente na vida? Certo ou errado, o importante é não ficar paralisado. O que pode ser bom num determinado momento pode não ser mais adiante e não há nada de errado nisso. Tomamos as decisões com base nas informações de que dispomos no momento. A vida é ativa. Ela exige de nós mudanças constantes, adaptações e readaptações.  É assim que crescemos. Quando crianças, cada etapa foi vencida com naturalidade. A transiç